Uma abordagem global, com técnicas suaves e adaptadas à idade, que olha para o organismo como um todo — procurando a causa e não apenas o sintoma. O objetivo é reduzir o desconforto e devolver mobilidade, equilíbrio e descanso. Dos primeiros meses de vida até à adolescência, porque o corpo muda muito ao longo desses anos e o que incomoda aos três meses não é o que incomoda aos quinze.
A osteopatia pediátrica acompanha dos 0 aos 18 anos, e nesse intervalo cabe muita coisa diferente. Organizámos por fase para que encontre depressa a sua — e para que perceba que um adolescente de 15 anos também é pediatria.
O parto e os primeiros meses deixam marcas que o bebé ainda não sabe dizer — mostra-as no sono, na mama e no choro.
A fase em que o corpo cresce depressa, começa a escola e aparecem as primeiras queixas posturais e respiratórias.
O pico de crescimento, a mochila, o desporto e as primeiras menstruações — queixas de gente crescida num corpo que ainda está a fechar.
Trabalhamos ao lado do acompanhamento médico, nunca em vez dele. Se o seu filho está a ser seguido por pediatra ou por outra especialidade, diga-nos — e traga a informação clínica que tiver, porque é isso que nos permite adaptar a sessão desde o primeiro dia.
É a pergunta que os pais fazem primeiro, e quase nunca está escrita em lado nenhum. Fica aqui.
Ouvimos primeiro: como foi a gravidez e o parto, como dorme, como come, o que o incomoda e desde quando. Traga relatórios, ecografias ou exames, se tiver.
Observação do movimento e da postura e uma avaliação manual, feita com pressões muito ligeiras. No bebé, quase sempre ao colo ou deitado, ao ritmo dele.
Técnicas suaves, adaptadas à idade, e no fim explicamos-lhe o que pode fazer em casa — posições, manuseamento, pequenas rotinas. É metade do resultado.
Os pais ficam sempre na sala. No bebé, boa parte da sessão pode ser feita ao seu colo, e pode amamentar durante a sessão se for preciso — não há nada aqui que exija separar-vos.
Marque uma sessão ou ligue-nos primeiro, se preferir descrever o caso antes de decidir. Explicamos-lhe com franqueza se a osteopatia é ou não o caminho indicado para o seu filho.